A HARA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Harmonia, sutilezas e descobertas

Em busca de uma atividade ligada a arte, Angela Rabello, Goia Andrade e Rachel Rabello descobriram o prazer de manusear a argila e, em 1996 criaram a Hara Cerâmica com uma trajetória importante marcada por desafios e inovações – a marca Hara, pronuncia-se rara, significa em japonês o centro da vida. Desde que começaram a mergulhar no mágico universo do barro muita coisa mudou.

Hoje, segue a frente da Hara Cerâmica, Rachel Rabello dando continuidade à criação de peças inéditas e releituras. Apesar das significativas mudanças, para Rachel, é o fazer artístico que a apaixona. O prazer da criação, do desenho, a emoção de descascar cada peça de cerâmica após a queima de Raku. O Resultado é descobrir uma nova peça, com sua forma, cores e texturas únicas. É o contato direto com a arte ultrapassando os limites da alma e do torno.

O trabalho desenvolvido por Rachel evoluiu. Com o aprimoramento das habilidades e capacidade de criar e de fazer. Unindo o  lado lírico e lúdico da cerâmica à química das tintas e da argila e a formação teórica ensinada por vários mestres.

Técnica forno a 1050º
Em 2013 a Hara cerâmica inicia uma nova etapa, com novas a coleções. Utilizando a técnica de queima no forno elétrico a 1050º e inovando com o uso de argilas coloridas em peças com formas inusitadas, superando cada vez mais a arte de criar.

A Técnica Raku

A busca pelo belo acompanha o homem desde os primórdios da História.
O espírito pede mais do que sobrevivência: quer também a harmonia das formas, a surpresa das cores, a sutileza do jogo de luz e sombras, a descoberta da imagem.

Foram surgindo, assim, as muitas vertentes da cerâmica, trabalho artesanal que alcança, muitas vezes, o status de arte. Uma dessas vertentes é a cerâmica raku, baseada em uma técnica de queima oriental, criada no século XVI . A palavra define emoções de prazer, felicidade e visão interior.

Com o barro preparado e dando forma a argila, submetida a queima de 960º, cria-se então a magia, acontece o efeito fumaça formando o craquelê – impressão das rachaduras do efeito fumaça, tornado cada peça única.

Ao se difundir pelo mundo a cerâmica raku foi incorporada por elementos de outras culturas e ganhando ares contemporâneos, como acontece com as peças produzidas pela Hara Cerâmica.

Trajetória  da Hara Cerâmica 

Do primeiro forno veio a primeira exposição coletiva, realizada no início de 1996 e neste mesmo ano, aconteceu a primeira individual que convenceu as artistas de que valia a pena produzir mostras anuais e, nos anos seguintes, desafios e inovações marcaram a Hara Cerâmica.

O trabalho evoluiu gradativamente, alcançando, a cada fornada, um estilo próprio e surgindo novas ideias. Em 1999, inspiraram-se nas fotos de Heny Yu para revista Sagarana que remeteram ao tema Flores do Cerrado; em 2000 a inspiração foi os tons étnicos, em 2001 o modernismo.

Outro momento importante foi em 1999 a exposição e o lançamento do livro Da Terra ao Fogo, assinado por Sylvio Coutinho. As exposições não pararam por aí, em 2005 foi a exposição origem primitiva que marcou dez anos da Hara Cerâmica. Agora, em 2013, a Hara Cerâmica inicia uma nova etapa.

Acesse também o site www.haracerâmica.com.br